Um cardeal
O conclave é amanhã e alguns dos nossos noticiários já nos bombardearam com a excessiva dose de informação que tanto os caracteriza. Estamos fartos de saber que são cento e quinze cardeais, de cinquenta e dois países. Também sabemos que existirão urnas de prata e bronze, nas quais os cardeais depositarão os seus votos, que sairá da magnífica Capela Sistina fumo branco (mais tarde ou mais cedo há-de sair)… já todos assistimos à simulação na televisão, mas o Mundo aguarda, com ânsia, a nomeação do próximo pontífice e do alegado representante de Deus na Terra.
Alegado, claro!
Por mais que emanem leis e encíclicas, nenhum homem tem o direito de falar in nomine Dei! Nem mesmo o Papa. O conclave trata da nomeação um Chefe de Estado que é o Chefe da Igreja Católica, assim como Isabel II é a Chefe da Igreja Anglicana.
Dos todos os cardeais candidatos à sucessão de João Paulo II há um que talvez consiga mudar algo. Perdoe-me o Bispo da Horta, e com o devido respeito às capacidades e personalidade de D. José Policarpo, penso que Portugal ainda não está preparado para o arcaboiço de ter mais um Papa.
Falo de um cardeal que, aquando da inevitável questão do qee significa ser Papa, respondeu que sê-lo é, entre a divulgação da fé, ser aberto aos demais, capaz de dialogar com os jovens, com a cultura moderna e com a ciência. Alguém que, quando entrevistado, disse terem o mesmo valor os ricos como os pobres, daí defender os interesses dos mais desprotegidos e apoiar os sindicatos.
Falo do Arcebispo de São Paulo, Monsenhor Cláudio Hummes.
Alegado, claro!
Por mais que emanem leis e encíclicas, nenhum homem tem o direito de falar in nomine Dei! Nem mesmo o Papa. O conclave trata da nomeação um Chefe de Estado que é o Chefe da Igreja Católica, assim como Isabel II é a Chefe da Igreja Anglicana.
Dos todos os cardeais candidatos à sucessão de João Paulo II há um que talvez consiga mudar algo. Perdoe-me o Bispo da Horta, e com o devido respeito às capacidades e personalidade de D. José Policarpo, penso que Portugal ainda não está preparado para o arcaboiço de ter mais um Papa.
Falo de um cardeal que, aquando da inevitável questão do qee significa ser Papa, respondeu que sê-lo é, entre a divulgação da fé, ser aberto aos demais, capaz de dialogar com os jovens, com a cultura moderna e com a ciência. Alguém que, quando entrevistado, disse terem o mesmo valor os ricos como os pobres, daí defender os interesses dos mais desprotegidos e apoiar os sindicatos.
Falo do Arcebispo de São Paulo, Monsenhor Cláudio Hummes.

2 Comments:
Concordo quase na totalidade com tudo que li. Contudo não vejo porque Portugal não estará pronto para ver um seu concidadão ser nomeado Papa. Segundo o Papa não seria de Portugal, seria dos católicos de todo o Mundo, pois a fé não tem fronteiras. Concordo quando diz que o cardeal brasileiro seria uma excelente escolha, ou então srnão ele um proveniente de um país de terceiro mundo, mais virado para causas sociais e humanitárias. Findo o trabalho do Papa mais político da história, e realce-se o seu excelente trabalho, penso que agora é mais do que tempo de a Igreja mudar de postura quanto à sexualidade, mais concretamente possibilitando e promovendo o uso do preservativo como medida preventiva contra a propapação da SIDA no continente africano e em outros países de outros continentes fortemente atacados por esta e outras epidemias.
Tenho dito!
Espero que o novo Papa não seja português... receeio com esta onda de beatice e um novo Papa o próximo referendo ainda reflicta as influências medievais da igreja católica em Portugal.
(Cruzes Credo!)
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