Que reposição de honra?
Após inúmeras solicitações de esclarecimentos e várias cartas desejando as minhas melhoras do acidente, tenho várias coisas a fazer. Não sou como o Sr. Sousa que disse que havia chegado o seu momento de defesa. Eu não preciso disso pois, como se diz aqui em Montesinho, "quem não deve não teme".
Começo por agradecer a preocupação e as mensagens de rápidas melhoras da Condessa de Queluz e do Barão de Benfica, de Fräulein Kiefer e Sir Paul Richards, do Conde de Arganil e também do Cônsul Mendonça, pois permitem que um ancião, como eu, tenha mais consciência que os desportos radicais já não são propriamente para a sua idade.
Como não poderia deixar de ser, apenas o Bispo da Horta pode estar na origem do acidente, pois descobri que mandou os seus fiéis pôr a gravilha que me fez cair. De facto, Sóror de Gijón confessou à minha secretária, a Dra. Ivete, que, ao tratar do IRS do Bispo, descobriu uma factura datada da véspera do acidente, onde lhe haviam sido cobrados vários metros cúbicos de gravilha, para fins que ela desconhecia, mas que o Bispo lhe assegurara serem para beneficiar o caminho de cabras da sua zona que, por acaso, já está alcatroado há bastante tempo.
Quanto ao leopardo, devo recordar o Bispo que tais insinuações provêm da mente depravada do Conde de Arganil que, por frequentar tantas casas de libertinagem, certamente terá confundido os arranhões com os padrões dos casacos dessas de senhoras que não descontam para a segurança social (como diz o Gato Fedorento). Além, disso, sei perfeitamente que me obrigou à compra de um vison para Sóror de Gijón (já lho enviei, não alegue que não estava em casa), sob pena de, como hábito, chibar-se à minha mulher sobre a Ivetinha. Em relação ao passeio, caro Bispo, desconheço o porquê da sua desistência à última da hora quando lhe comuniquei que o passeio seria em bicicletas com selim… Isso, de facto, é que precisa de ser esclarecido n'O Bardamé!, o blog, ou a blog!
E por falar em Ivetinha, ela está muito preocupada comigo e não me deixa sair da cama, exceptuando para tomar banho (dado por ela, que bom)! Sempre incansável e a pensar no meu bem-estar, a Ivetinha assumiu a gestão aqui da quinta e tirou mais uns dias de férias para estar comigo permanentemente, apenas porque posso precisar de algo durante o dia, à tarde ou à noite. Disse, também, “rechoncha, oficialmente sou sua escrava e desejo apenas servir bem o meu senhor…” Isto é que são mulheres! Bendito acidente!
Começo por agradecer a preocupação e as mensagens de rápidas melhoras da Condessa de Queluz e do Barão de Benfica, de Fräulein Kiefer e Sir Paul Richards, do Conde de Arganil e também do Cônsul Mendonça, pois permitem que um ancião, como eu, tenha mais consciência que os desportos radicais já não são propriamente para a sua idade.
Como não poderia deixar de ser, apenas o Bispo da Horta pode estar na origem do acidente, pois descobri que mandou os seus fiéis pôr a gravilha que me fez cair. De facto, Sóror de Gijón confessou à minha secretária, a Dra. Ivete, que, ao tratar do IRS do Bispo, descobriu uma factura datada da véspera do acidente, onde lhe haviam sido cobrados vários metros cúbicos de gravilha, para fins que ela desconhecia, mas que o Bispo lhe assegurara serem para beneficiar o caminho de cabras da sua zona que, por acaso, já está alcatroado há bastante tempo.
Quanto ao leopardo, devo recordar o Bispo que tais insinuações provêm da mente depravada do Conde de Arganil que, por frequentar tantas casas de libertinagem, certamente terá confundido os arranhões com os padrões dos casacos dessas de senhoras que não descontam para a segurança social (como diz o Gato Fedorento). Além, disso, sei perfeitamente que me obrigou à compra de um vison para Sóror de Gijón (já lho enviei, não alegue que não estava em casa), sob pena de, como hábito, chibar-se à minha mulher sobre a Ivetinha. Em relação ao passeio, caro Bispo, desconheço o porquê da sua desistência à última da hora quando lhe comuniquei que o passeio seria em bicicletas com selim… Isso, de facto, é que precisa de ser esclarecido n'O Bardamé!, o blog, ou a blog!
E por falar em Ivetinha, ela está muito preocupada comigo e não me deixa sair da cama, exceptuando para tomar banho (dado por ela, que bom)! Sempre incansável e a pensar no meu bem-estar, a Ivetinha assumiu a gestão aqui da quinta e tirou mais uns dias de férias para estar comigo permanentemente, apenas porque posso precisar de algo durante o dia, à tarde ou à noite. Disse, também, “rechoncha, oficialmente sou sua escrava e desejo apenas servir bem o meu senhor…” Isto é que são mulheres! Bendito acidente!

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