A Câmara e o Palácio
Algo me preocupa, meus caros bloggers: estamos a dias de comemorar a Proclamação da República e Jorge Sampaio já fez saber que fará o seu discurso no Palácio da Ajuda, por imparcialidade às eleições autárquicas. Portanto, o nosso Presidente entende que, este ano, a Câmara Municipal de Lisboa não é o local de receber o seu discurso, por medo que o conotem com algum partido político, sob pena de parcialidade.
Quando leccionava Criminologia Psicológica, em Cambridge, dizia aos meus alunos que tínhamos de nos colocar sempre na mente do criminoso para entender o porquê da atitude e o local do crime. Eis uma óptima ocasião para recordar esses tempos, pois ao discursar na Ajuda, Sampaio ora num outrora Palácio Real e, aparentemente, já não se conforta fazê-lo num lugar de exercício de poder democrático local, mas escolhe um palco de outrora poder absolutista. Espero que não queira apelar a um regime monárquico-constitucional, mas é melhor não tirar conclusões…
O certo é que, ao ver Jorge Sampaio e todas estas atitudes passivas, regozijo-me de eleger um novo Presidente da República.
O Rei morreu! Viva o Rei!
Quando leccionava Criminologia Psicológica, em Cambridge, dizia aos meus alunos que tínhamos de nos colocar sempre na mente do criminoso para entender o porquê da atitude e o local do crime. Eis uma óptima ocasião para recordar esses tempos, pois ao discursar na Ajuda, Sampaio ora num outrora Palácio Real e, aparentemente, já não se conforta fazê-lo num lugar de exercício de poder democrático local, mas escolhe um palco de outrora poder absolutista. Espero que não queira apelar a um regime monárquico-constitucional, mas é melhor não tirar conclusões…
O certo é que, ao ver Jorge Sampaio e todas estas atitudes passivas, regozijo-me de eleger um novo Presidente da República.
O Rei morreu! Viva o Rei!

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